segunda-feira, 9 de maio de 2011

Médico leva família para dormir em Hospital e paciente morre á espera de atendimento

A família do aposentado Carlos Augusto da Silva, de 63 anos, que morreu vítima de infarto na manhã do último domingo, em Sena Madureira (distante 144 km de Rio Branco), acusa o médico Fábio Barroso da Silva de negligência e denuncia uma situação muito grave.
Segundo Sancler Joviniano da Silva, filho da vítima, o médico demorou para atender seu pai porque dormia com a família na sala de repouso do Hospital João Câncio Fernandes.
Joviniano, que reside á Rua Benjamin Constant, nº 453, no centro da cidade, relatou que na madrugada de domingo, familiares o acordaram informando que seu pai estava passando mal. Diante da situação, ele foi á pé ao Hospital e solicitou o envio de uma ambulância do serviço de emergência. Eram 04h40min minutos quando o idoso deu entrada naquela unidade de saúde. Até o médico aparecer, foram quase sessenta minutos de espera. O filho contou também que repetidas vezes pediu que chamassem o médico de plantão, que só apareceu ás 05h49min h, depois que o ancião já tinha ido a óbito.
“Eu pedi para que quem alguém acordasse o médico, e só diziam que ele tava vindo, mas não veio. Meu pai morreu a espera de atendimento, enquanto o médico dormia com a mulher e a filha. Depois que meu pai morreu, ele veio aqui com a cara mais lisa. Isso não pode acontecer nem aqui nem em lugar nenhum”, disse Sancler Joviniano, na manhã desta segunda-feira, após o sepultamento do pai.
A família registrou queixa na contra o médico na Delegacia da cidade, e vai denunciar o caso ao Ministério Público Estadual.

Diretora não sabia do ocorrido
A diretora do Hospital João Câncio Fernandes, Antônia Gadelha até a manhã dessa segunda-feira não sabia do ocorrido na unidade de saúde. Mostrando-se surpresa, ela prometeu apurar com rigor a denúncia.
“Eu estou sabendo dessa denúncia através de você que tá me ligando agora. Ninguém leva a família para dormir lá, e se isso aconteceu agora, ele deve ter levado essa vez. E se tiver acontecido, vou procurar saber e tomar as providências. Vou abrir uma sindicância e apurar esse caso. Vou tomar todas as providências. Fato dessa natureza não pode acontecer”, disse a diretora.
O médico denunciado é Fábio Barroso da Silva, que há oito anos está lotado no Hospital de Sena Madureira. Na madrugada de domingo ele estava de plantão na unidade. Seu horário de trabalho se encerrava somente ás 7 h da manha.

Matéria: Jairo Barbosa - Ac24horas.com

comentarios deste blogueiro: Até quando essas coisas vão continuar acontecendo no hospital de sena madureira e ninguém toma providencias?parece que vivemos numa terra sem lei,governo tem sido omisso diante de tantas denucias no joão câncio fernandes.sena tem mesmo vivido o auge negro da sua historia.

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CUBA DA AMAZÔNIA

"Governo quer Judiciário ajoelhado nas escadarias do Palácio"



Os primeiros 120 dias da gestão do governador Tião Viana (PT) ficarão marcados pela inabilidade política dele e de sua equipe, que concorreram para medida extrema do Judiciário do Acre.

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Adair Longuini, se viu compelido a ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação cautelar que tem como réus Tião Viana e o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Elson Santiago (PP).

Na posse de Adair Longuini, em fevereiro, Tião Viana afirmou que a Justiça do Acre "está em boas mãos", exaltou a trajetória do magistrado e destacou a atuação dele como juiz de Xapuri, onde presidiu o julgamento dos assassinos do líder sindical Chico Mendes.

- Vossa Excelência enaltece o nome do Judiciário do nosso Estado. Que Deus o ilumine - foram os votos do governador.

Viana e Longuini assinaram na ocasião um protocolo de intenção com o objetivo de unir forças na execução, em Rio Branco, do projeto Cidade da Justiça, destinado a reunir todas as unidades judiciárias da comarca da Capital em um mesmo local, promovendo economia de recursos, segurança patrimonial e acesso facilitado da população e da comunidade forense aos serviços da Justiça.

A lua de mel foi breve. Longuini logo se deu conta de duas situações graves que foram expostas por ele ao STF: a falta de participação do Judiciário na elaboração do orçamento estadual e a recusa do Executivo em devolver a contribuição previdenciária descontada indevidamente dos servidores da justiça.

A retenção indevida de parte dos duodécimos devidos ao Judiciário constitui, em tese, ato de improbidade administrativa, sujeitando o governador e sua equipe econômica às sanções da Lei. Nos últimos cinco anos o governo do Acre deixou de repassar R$ 35,8 milhões ao Judiciário. Segundo Longuini, isso "tem se constituído num verdadeiro abuso por parte do Executivo Estadual e enriquecimento ilícito".

O desembargador relata que tentou reiteradas vezes dialogar com o governador sobre essas questões, mas não foi atendido. Viana sequer respondeu aos ofícios encaminhados por Longuini.

Há duas semanas, Longuini enviou um último comunicado a Viana em que sinalizava que recorreria ao STF por se sentir "alijado, sistemática e propositalmente, das discussões preparatórias e, ainda, do processo legislativo para a elaboração das Leis de Diretrizes Orçamentárias”.

O gabinete do governador se movimentou e o secretário de Fazenda, Mâncio Lima Cordeiro, foi destacado para tentar dissuadir o presidente do Tribunal de Justiça de sua disposição de levar o caso para julgamento do STF.

- Não tenho o que conversar com o secretário. Necessito de diálogo é com o governador - teria dito Longuini quando consultado sobre o pedido de audiência de Mâncio Cordeiro.

Para Longuini, o silêncio de Viana aos pedidos do Judiciário, "todos legítimos, fala por si, e já reclama algum tipo de providência judicial, com a chancela do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), antes que seja tarde."

- Só a força e respeitabilidade do STF e do CNJ poderão servir de fator dissuasório para os governadores e deputados estaduais, que ainda sentem o antigo ranço autoritário, que já foi sepultado em nosso País, e preferem ver o Judiciário historicamente ajoelhado nas escadarias do Palácio do Governo à cata de migalhas para complementar o seu modesto orçamento - critica Longuini na ação.

Assim como o governador, a imprensa do Acre silencia sobre o conflito institucional que se apresenta, conforme o próprio Longuini reconhece e alerta ao STF, "de consequências imprevisíveis, que ameaça comprometer o princípio da segurança jurídica, subvertendo, irremediavelmente, o sistema de separação dos Poderes".

Financiada e controlada pela máquina pública sob domínio do governador, a imprensa na verdade negligencia os fatos. A pedido, não noticia nada a respeito da crise institucional como se isso fosse mudar a realidade.

A reação do Judiciário reforça minha opinião de que o Acre virou a Cuba da Amazônia.


fonte blog do altino machado

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Prado: “Tráfego de drogas é responsável por 90% dos crimes no Acre”

Para o deputado, a bancada federal e os senadores do Acre precisam agir o mais rápido possível para evitar que a medida do Governo Federal prejudique a Polícia Federal no Estado.


Os debates sobre o corte de orçamento da Polícia Federal continuam movimentados os discursos da Assembléia Legislativa do Acre (Aleac).


O deputado Walter Prado (PDT) fez um apelo a bancada federal na sessão de quinta-feira, 05, para que intervenham junto às autoridades federais na revisão dos cortes de verbas da Polícia Federal, alertando para fragilidade da tríplice fronteira, que pode facilitar a ação dos narcotraficantes na região.


Walter Prado afirmou que a redução nos recursos da Polícia Federal colabora para entrada de drogas no Estado. Ele cobrou uma ação da bancada federal e dos senadores do Estado para evitar que a superintendência do Acre seja prejudicada com a medida do Governo Federal, que prevê uma redução drástica nos recursos da instituição no exercício de 2011. Segundo o parlamentar, quando se fala em segurança pública, o tráfico de drogas é responsável por 90% dos crimes registrados nos municípios do Acre.


“A Polícia Federal faz a repressão do tráfico internacional e as nossas polícias tratam do combate do varejo da droga consumida nas cidades. Agora vejam, precisamos fazer uma grande pressão para que não haja corte na superintendência da PF do Acre”, alerta Prado.


O deputado afirmou que é preciso observa a condição e posição do Acre em relação aos países onde é registrada a maior movimentação de narcotraficantes. “Este é o grande debate que requer urgência. Havendo a impossibilidade da Polícia Federal fazer o combate nas fronteiras, principalmente nas cidades de Cruzeiro do Sul e Rio Branco, vão se transformar num caos com a ação livre dos traficantes”, enfatiza.


De acordo com Walter Prado, a discussão sobre as drogas não abrange apenas a área criminal, mas abala as relações familiares, promovendo a desagregamento das famílias que sofrem ainda pela falta de políticas publicas no enfrentamento da drogas. “Sem o combate às drogas tudo não se declina a violência em Rio Branco e em nenhuma cidade do Estado pode-se usar polícia disso, polícia daquilo, mas não vai haver redução da criminalidade”, observa.


Outro ponto abordado pelo deputado seria o planejamento conjunto das ações das policias. De acordo com ele, se não houver planejamento para um combate implacável, tanto nas fronteiras, quanto nas cidades através das policias estaduais. “Eu faço esse apelo para evitar as graves ocorrências que podem se intensificar numa perigosa guerra entre as pessoas que vivem do tráfico e as comunidades ameaçadas pela ação dos traficantes”, destaca Prado


Para o deputado, a bancada federal e os senadores do Acre precisam agir o mais rápido possível para evitar que a medida do Governo Federal prejudique a Polícia Federal no Estado. “Fazemos fronteira com países que são grandes produtores de drogas. Se não reforçamos a segurança na fronteira, teremos uma grande entrada de droga no Acre e, conseqüentemente, um aumento na criminalidade”, explicou.


Como sugestão a Mesa Diretora, o parlamentar pediu que fosse enviado documento à bancada federal e senadores do Acre em Brasília para que busque uma alternativa para evitar redução nos recursos da Polícia Federal, principalmente na área de fronteira, região onde acontecem as investidas dos traficantes internacionais.

fonte: contilnet.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Postura de Anastácio foi reprovada socialmente

As declarações do Cel. Anastácio, comandante da Policia Militar do Acre, publicadas logo depois do Histórico Movimento 04 de Maio, mexeu com os brios dos militares que largaram as suas horas de folga para participarem do movimento de reivindicação salarial e de melhorias de trabalho.

Horas depois das declarações, o Blog 04 de Maio publicou a ira dos comandados que reprovaram a ação do coronel que, em tese, deveria estar do lado de seus colegas de farda.


Anastácio chamou o movimento de “insensato e desnecessário”.


O Blog afirma que “mentira tem perna curta” ao se referir às declarações de Anastácio, com relação a um canal aberto de negociações do governo do Estado.

Há mesmo contradição nesta tentativa de mostrar um Tião Viana aberto ao diálogo. Ao mesmo tempo em que a assessoria planta negociação, esquece de publicar as contrapartidas oferecidas nestas supostas rodadas de negociações. Até agora, pelo que consta, só houve uma proposta, a que foi apresentada pelos militares. Como gosta de fazer o governo do PT, ele continua cozinhando o galo. Até fora da corporação, a entrevista de Anastácio teve péssima avaliação:

Veja um dos comentários liberados pela editoria do ac24horas:

O Secretário Mâncio Lima afirma que um SD PM/BM inicialmente ganha R$ 2.063,00 é pura mentira, pois eu ganho inicialmente R$ 1.890,00 e só terei um aumento após 6 anos quando for promovido a CABO PM/BM, e um aumento pífio de apenas R$ 50,00.

Brincadeira hein? Esse dinheiro há 10 anos atrás era uma dáva-se para viver tranquilamente, mas hoje não dá para nada. E sobre os gastos com a folha dos inativos da PM/BM eles que se virem, pois o profissional contribuiu para a previdência 30 anos e o governo tem a obrigação de pagar e calado.

O que tem que ser feito é simplesmente acabar com essa farra de CECS (Cargos Comissionados = Apadrinhamento Político) e essa absurda pensão de ex-governadores. O governo do Estado gosta muito de maquiar e passar a informação errada para a população, fazendo com que vejam que ganhamos muito bem e estamos "chorando de barriga cheia". Quero ver esse pessoal aí no rush diário da atividade de um policial militar ou bombeiro militar na rua.

fonte blog do carioca

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ACRE COBRA ICMS INDEVIDAMENTE

Lojas na web processam Estado

Representadas pela B2W – Companhia Global do Varejo, as lojas de comércio eletrônico Americanas, Submarino e Shoptime ajuizaram nesta terça-feira (03), no Tribunal de Justiça do Acre, um mandado de segurança, com pedido de liminar, contra o Estado.

As empresas alegam a cobrança indevida por parte do Estado do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviço (ICMS). Considerado o maior grupo de varejo virtual do Brasil, a B2W possui grande volume de vendas no Acre, que envolve milhares de consumidores.

Após a confirmação da compra, os produtos são liberados do centro de armazenamento em São Paulo. Em face disso, o ICMS é devidamente recolhido em São Paulo, o estado de origem, de onde partem as mercadorias.

Quando chegam ao Acre, os produtos recebem nova carga tributária, de maneira que os consumidores pagam mais caro pelas compras, em virtude da dupla cobrança do ICMS.

Protocolo

No começo de abril, foi publicado o Protocolo nº 21 do Conselho Nacional de Política Fazendária, assinado pelos Secretários de Fazenda e Gerentes de Receita dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.

As lojas de comércio eletrônico argumentam que o documento contraria a lei e institui a hipótese de incidência de ICMS para que o imposto seja cobrado não apenas no estado onde se localiza o estabelecimento do contribuinte, mas também no destinatário do produto.

Dessa forma, os consumidores que compram algum produto das lojas Americanas, Submarino e Shoptime, além de pagarem o imposto previsto em Lei (18%), pagam também 10% a mais, cobrados indevidamente pelo Estado do Acre, totalizando a vultosa quantia de 28% de ICMS.

Ocorre que o destinatário, o consumidor que vai receber a compra, não é o contribuinte do produto, mas sim o seu consumidor final. O mandado de segurança tem como relator o desembargador Arquilau Melo. Ele anunciou que a decisão sairá nos próximos dias.

fonte blog do Altino Machado

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