HOSPITAL JOÃO CÂNCIO FERNANDES
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Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.e até hoje é adotado por muitos governos.
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Sena Madureira município acriano de aproximadamente quarenta mil habitantes, bem distantes dos grandes centros, tinha tudo para ser uma cidade pacata tranqüila, mas não é bem assim, a onda de violência cresceu monstruosamente nos últimos cinco anos, a ponto de um simples boato, por em terror as famílias do município, principalmente aquelas que têm filhos na escola. Surgiu a notícia que a juíza teria recebido uma carta ameaçadora com o seguinte teor: se não soltasse a reeducanda Ana Vieira Maia,iriam fazer um tiroteio em uma das escolas do município. Vamos tentar mostrar alguns fatores que contribuíram para vivenciarmos essa realidade.
A falta de políticas publica de geração de emprego e renda, sena hoje não tem nada que gere emprego, as exceções é o comercio e a pecuária. Falta oportunidade pros nossos jovens. ”pois mente vazia oficina do diabo”.os nossos jovens foram marginalizado pelo estado,a ponto de se revoltar contra o mesmo.
Em sena Madureira não se tem acesso a o ensino publico superior, e a maioria dos concludentes do ensino médio não tem condições de estudar na capital e, ficar a mercê da sorte e, vulnerável as tentações do dinheiro fácil das drogas, a exemplo disso 90%da nossa população carcerária, tem entre 18e25 anos e moram na periferia de sena, na sua maioria viram na droga a oportunidade de ganhar dinheiro, pois o estado não oferece mecanismo e nem tem programa de inclusão desses jovens no mercado de trabalho.
Adotou- se por aqui a política do pão e circo (o assistencialismo, regrado a festa) pra evitar protesto, só que de fato o estado repassa migalha, que mal da pra se alimentar.
Paralelo a isso, existe uma defasagem, no código penal e no estatuto das crianças e do adolescente, que dar a sensação de impunidade e, de que o crime compensa.
Se falta isso tudo, não vai ser a repreensão a salvadora da pátria, até porque estudos comprovam que a repreensão mais revolta do que educa.
Hoje nós madureirenses vivemos essa insegurança,gerada não por culpa dos operadores de segurança, mais por falha de todo um sistema, na verdade vivemos agora o estopim, mas a crise de fato começou bem antes.
Dito tudo isso o que se espera das autoridades é que tomem as providencias pra que coisas piores não aconteçam.
Continue lendo >> A Paralisação dos militares trouxe à luz do debate mais uma vez a situação humilhante que passam os jornalistas do Estado do Acre, diante da censura imposta por seus patrões. O episódio envolvendo a jornalista Rose Lima deve ser repudiado mesmo, os profissionais não tem culpa pela situação de ditadura imposta no Acre.
Mas por outro lado, essa mal entendido acabou requentando o debate sobre liberdade de imprensa. Creio eu, que não tem um jornalista político que não recebeu um telefonema pedindo para não publicar fato A ou B pelo bem da democracia ou da tal sustentabilidade.
A Caixa preta da Assembleia Legislativa, por exemplo, por que nenhum órgão de comunicação tem coragem de estampar como manchete? Por que um dos jornais mais renomados do Estado, censurou a matéria sobre as diárias pagas aos deputados que foram participar do evento de formação do PSD? A crise entre Judiciário e Executivo, porque os órgãos de comunicação e colunistas que arrotam moralidade, não escreveram nenhuma linha?
CENSURA!
Não existe outra palavra.
Diante de tal cenário, não chega a ser espantosa a atitude da secretária de comunicação do Estado, Mariama Moremo, na defesa de seu patrão. Tal destempero, de acusar de sórdido o trabalho feito por colegas de trabalho, tem como única razão, o terrorismo imposto à imprensa acreana que ousa falar a verdade sobre esse governo que se instalou ai por 12 anos 120 dias.
Com relação a doação de donativos: aguardem!O assunto terá desdobramentos. Seguindo orientações da secretária, o ac24horas foi checar a veracidade dos fatos.
Com relação ao papel da imprensa acreana, transcrevo abaixo trecho publicado pelo Jornal do Brasil, que completou 120 anos e que nos mostra como é possível, mesmo com a ditadura imposta, de sermos criticos e de escrevermos a verdade. Leia:
O JB foi o jornal que, no anúncio do AI-5, em 14 de dezembro de 1968, para escapar da censura, publicou na primeira página a seguinte previsão meteorológica: "Tempo negro. Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos. Máxima: 38º, em Brasília. Mínima: 5º, nas Laranjeiras." Na mesma edição, o jornal trazia a seguinte chamada: "Ontem foi o Dia dos Cegos".
fonte blog do carioca
"Governo quer Judiciário ajoelhado nas escadarias do Palácio"
Para o deputado, a bancada federal e os senadores do Acre precisam agir o mais rápido possível para evitar que a medida do Governo Federal prejudique a Polícia Federal no Estado.
Os debates sobre o corte de orçamento da Polícia Federal continuam movimentados os discursos da Assembléia Legislativa do Acre (Aleac).
O deputado Walter Prado (PDT) fez um apelo a bancada federal na sessão de quinta-feira, 05, para que intervenham junto às autoridades federais na revisão dos cortes de verbas da Polícia Federal, alertando para fragilidade da tríplice fronteira, que pode facilitar a ação dos narcotraficantes na região.
Walter Prado afirmou que a redução nos recursos da Polícia Federal colabora para entrada de drogas no Estado. Ele cobrou uma ação da bancada federal e dos senadores do Estado para evitar que a superintendência do Acre seja prejudicada com a medida do Governo Federal, que prevê uma redução drástica nos recursos da instituição no exercício de 2011. Segundo o parlamentar, quando se fala em segurança pública, o tráfico de drogas é responsável por 90% dos crimes registrados nos municípios do Acre.
“A Polícia Federal faz a repressão do tráfico internacional e as nossas polícias tratam do combate do varejo da droga consumida nas cidades. Agora vejam, precisamos fazer uma grande pressão para que não haja corte na superintendência da PF do Acre”, alerta Prado.
O deputado afirmou que é preciso observa a condição e posição do Acre em relação aos países onde é registrada a maior movimentação de narcotraficantes. “Este é o grande debate que requer urgência. Havendo a impossibilidade da Polícia Federal fazer o combate nas fronteiras, principalmente nas cidades de Cruzeiro do Sul e Rio Branco, vão se transformar num caos com a ação livre dos traficantes”, enfatiza.
De acordo com Walter Prado, a discussão sobre as drogas não abrange apenas a área criminal, mas abala as relações familiares, promovendo a desagregamento das famílias que sofrem ainda pela falta de políticas publicas no enfrentamento da drogas. “Sem o combate às drogas tudo não se declina a violência em Rio Branco e em nenhuma cidade do Estado pode-se usar polícia disso, polícia daquilo, mas não vai haver redução da criminalidade”, observa.
Outro ponto abordado pelo deputado seria o planejamento conjunto das ações das policias. De acordo com ele, se não houver planejamento para um combate implacável, tanto nas fronteiras, quanto nas cidades através das policias estaduais. “Eu faço esse apelo para evitar as graves ocorrências que podem se intensificar numa perigosa guerra entre as pessoas que vivem do tráfico e as comunidades ameaçadas pela ação dos traficantes”, destaca Prado
Para o deputado, a bancada federal e os senadores do Acre precisam agir o mais rápido possível para evitar que a medida do Governo Federal prejudique a Polícia Federal no Estado. “Fazemos fronteira com países que são grandes produtores de drogas. Se não reforçamos a segurança na fronteira, teremos uma grande entrada de droga no Acre e, conseqüentemente, um aumento na criminalidade”, explicou.
Como sugestão a Mesa Diretora, o parlamentar pediu que fosse enviado documento à bancada federal e senadores do Acre em Brasília para que busque uma alternativa para evitar redução nos recursos da Polícia Federal, principalmente na área de fronteira, região onde acontecem as investidas dos traficantes internacionais.
fonte: contilnet.
As declarações do Cel. Anastácio, comandante da Policia Militar do Acre, publicadas logo depois do Histórico Movimento 04 de Maio, mexeu com os brios dos militares que largaram as suas horas de folga para participarem do movimento de reivindicação salarial e de melhorias de trabalho.
Horas depois das declarações, o Blog 04 de Maio publicou a ira dos comandados que reprovaram a ação do coronel que, em tese, deveria estar do lado de seus colegas de farda.
Anastácio chamou o movimento de “insensato e desnecessário”.
O Blog afirma que “mentira tem perna curta” ao se referir às declarações de Anastácio, com relação a um canal aberto de negociações do governo do Estado.
Há mesmo contradição nesta tentativa de mostrar um Tião Viana aberto ao diálogo. Ao mesmo tempo em que a assessoria planta negociação, esquece de publicar as contrapartidas oferecidas nestas supostas rodadas de negociações. Até agora, pelo que consta, só houve uma proposta, a que foi apresentada pelos militares. Como gosta de fazer o governo do PT, ele continua cozinhando o galo. Até fora da corporação, a entrevista de Anastácio teve péssima avaliação:
Veja um dos comentários liberados pela editoria do ac24horas:
O Secretário Mâncio Lima afirma que um SD PM/BM inicialmente ganha R$ 2.063,00 é pura mentira, pois eu ganho inicialmente R$ 1.890,00 e só terei um aumento após 6 anos quando for promovido a CABO PM/BM, e um aumento pífio de apenas R$ 50,00.
Brincadeira hein? Esse dinheiro há 10 anos atrás era uma dáva-se para viver tranquilamente, mas hoje não dá para nada. E sobre os gastos com a folha dos inativos da PM/BM eles que se virem, pois o profissional contribuiu para a previdência 30 anos e o governo tem a obrigação de pagar e calado.
O que tem que ser feito é simplesmente acabar com essa farra de CECS (Cargos Comissionados = Apadrinhamento Político) e essa absurda pensão de ex-governadores. O governo do Estado gosta muito de maquiar e passar a informação errada para a população, fazendo com que vejam que ganhamos muito bem e estamos "chorando de barriga cheia". Quero ver esse pessoal aí no rush diário da atividade de um policial militar ou bombeiro militar na rua.
fonte blog do carioca
Lojas na web processam Estado
Representadas pela B2W – Companhia Global do Varejo, as lojas de comércio eletrônico Americanas, Submarino e Shoptime ajuizaram nesta terça-feira (03), no Tribunal de Justiça do Acre, um mandado de segurança, com pedido de liminar, contra o Estado.
As empresas alegam a cobrança indevida por parte do Estado do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviço (ICMS). Considerado o maior grupo de varejo virtual do Brasil, a B2W possui grande volume de vendas no Acre, que envolve milhares de consumidores.
Após a confirmação da compra, os produtos são liberados do centro de armazenamento em São Paulo. Em face disso, o ICMS é devidamente recolhido em São Paulo, o estado de origem, de onde partem as mercadorias.
Quando chegam ao Acre, os produtos recebem nova carga tributária, de maneira que os consumidores pagam mais caro pelas compras, em virtude da dupla cobrança do ICMS.
Protocolo
No começo de abril, foi publicado o Protocolo nº 21 do Conselho Nacional de Política Fazendária, assinado pelos Secretários de Fazenda e Gerentes de Receita dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.
As lojas de comércio eletrônico argumentam que o documento contraria a lei e institui a hipótese de incidência de ICMS para que o imposto seja cobrado não apenas no estado onde se localiza o estabelecimento do contribuinte, mas também no destinatário do produto.
Dessa forma, os consumidores que compram algum produto das lojas Americanas, Submarino e Shoptime, além de pagarem o imposto previsto em Lei (18%), pagam também 10% a mais, cobrados indevidamente pelo Estado do Acre, totalizando a vultosa quantia de 28% de ICMS.
Ocorre que o destinatário, o consumidor que vai receber a compra, não é o contribuinte do produto, mas sim o seu consumidor final. O mandado de segurança tem como relator o desembargador Arquilau Melo. Ele anunciou que a decisão sairá nos próximos dias.
fonte blog do Altino Machado
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